A gente guarda
Passeio fotográfico | 17 de setembro de 2009 por LidianneVocê lembra onde estava quando recebeu a notÃcia do fatÃdico onze de setembro? Eu estava atravessando a rua em frente a PUC indo almoçar. Junto com esta tem uma mais antiga quando me perdi dentro da Mesbla*, lembro das gôndolas altas e da moça da loja me levando aos prantos pra encontrar meus pais. Ufa!
Uma ótima desses tempos:  fui sorteada e ganhei da Caixa Econômica uma TV LCD, eu tomava um café na agência quando recebi a notÃcia. Engraçado que essa barbada  me ajudou a esquecer uma lembrança chata envolvendo a Caixa. Meu cartão foi clonado e pra resolver tinha ido vinte vezes lá. Isso prova que nossa memória é juÃza das experiências, mas aceita propina, mesmo que por sorte.
Os exemplos são pra lembrar que na maioria das vezes tem uma marca presente nas nossas experiências. Ganham as que cuidam desses encontros. Como as marcas (mesmo as padarias e sapatarias da vida) estão enxergando os momentos que tem com você? Algumas acham que é besteira, mas flyer e banner não resolvem tudo.
Já pensou se você – pessoa fÃsica, mostrasse todas as suas vantagens para um novo namorado, ou namorada num banner? Toda vez que fossem se encontrar você entregasse seu flyer com os benefÃcios que ela tem na sua companhia? Não haveria experiência nisso, você levaria um belo pé na bunda. Cadê as flores? A emoção?
Engana-se o empresário que acha que isso só vale para empresas grandes. Fica bem na memória a Volkswagen patrocinar o álbum do Ed Motta no Trama como o Hospital Costantini promover uma caminhada no Dia Mundial do Coração. A gente guarda tudo na memória, qualifica, então um dia volta a lembrar, comprar e até indicar. Ou não.
* Acredite ou não a Mesbla diz que vai voltar : http://www.situase.com.br/blog/?p=448






