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Caseiras | 12 de dezembro de 2011 por Lidianne
No início de dezembro recebemos uma grata surpresa do Instituto GRPCOM. Somos parceiros no projeto Serviços e Cidadania e junto com outras empresas de consultoria em gestão e comunicação fomos homenageados pelos bons resultados do voluntariado empresarial promovido em 2011.
Como agência, só temos a agradecer a homenagem e dizer que iniciativas assim é que nos fazem crescer. Sabemos que o trabalho voluntário exige dedicação da empresa, tempo da equipe e ainda um entendimento das necessidades diferentes de uma organização do terceiro setor. Assim, aproveito a ocasião para citar* o professor José Predebon, quando nos inspira falando do futuro das empresas em seu livro:
Será inevitável uma maior responsabilidade, com todas as suas decorrências no campo da função social. A organização deverá agir como parte de um todo mais harmônico, pois somente uma cultura bastante ética manterá o sistema inteiro em equilíbrio. Essa ética não será fruto do bom coração de dirigentes idealistas, mas de uma necessidade vital do sistema, que assim as imporá aos integrantes.
Juliana Quadros junto com a diretora do Instituto GRPCOM Clarice López de Alda.
* Livro do Predebon: Criatividade – abrindo o lado inovador da mente - Editora Atlas – 7ª Edição 2010
Tags: Agência Valente, GRPCOM, Instituto GRPCOM, Predebon, Valente, Voluntariado Faça o primeiro comentário
Gente Valente | 21 de novembro de 2011 por Lidianne
Aproveitando as férias e a oportunidade, entrevistamos um economista e dono de restaurante na cidade de Cusco no Peru. Fernando, que carinhosamente cola bandeirinhas nos testemunhais que cada turista escreve em seu livro de visitas, é peruano e mora no bairro mais querido de Cusco, o San Blas.
Valente – Qual é o seu nome?
Fernando – Edgar Fernando Campos Yáñez.
Valente – Qual a sua profissão?
Fernando – Economista.
Valente – Qual a sua idade?
Fernando – 49
Valente – Quando você era criança brincava com o que?
Fernando – Na rua jogando futebol com os amigos, onde a gente brincava e se divertia muito.
Valente – Que sonho ainda falta conquistar na sua vida profissional?
Fernando – Sucesso nos projetos atuais já está de bom tamanho.
Valente – Qual sua maior realização até hoje na vida pessoal?
Fernando – Ser um bom pai ensinando meus filhos.
Valente – Uma coisa que comprou e não valeu a pena pra você.
Fernando – Nenhuma até hoje.
Valente – Uma coisa que comprou e você indica para as pessoas.
Fernando – Um carro.
Valente – Um lugar pra passear.
Fernando – A Europa em geral.
Valente – Uma marca confiável e que te respeita como consumidor.
Fernando – Ford.
Valente – Uma coisa que deveria ser mais fácil no mundo.
Fernando – A comunicação constante de pessoa para pessoa.
Valente – Uma dica para quem está iniciando na vida profissional
Fernando – Nada é fácil se não tiver um propósito firme.
Valente – Diversão do Fernando
Fernando – Ouvir música e dançar sempre que o trabalho permite.
Valente – Um fato curioso dos últimos tempos.
Fernando – Um cliente diferente que passou por aqui. Jantou com a gente, contou boas histórias e descobri, no final do jantar, que ele tinha uma posição de importância em seu país. Uma simplicidade maravilhosa para lidar com o mundo que cativou todos que aqui estavam.
Valente – Um conselho para quem queira conhecer Cusco.
Fernando – Cusco não é uma cidade cara se você vem e agenda passeios por aqui mesmo. Animem-se as pessoas aqui são muito amáveis!
Valente – Como se prepara um Pisco Sour peruano?
Fernando – 1,2,3. Uma de limão, duas de goma arábica, três de Pisco “acholado” , três partes de gelo e uma clara de ovo. Bata bem no liquidificador ou mixer e ao final coloque duas ou três gotas de Angostura. Depois é só saborear!
Se estiver viajando por lá, faça uma visita ao Fernando. Peça para provar o Pisco Sour e os pratos da cozinha peruana incrementados por ele e Soraya, sua esposa. O restaurante se chama “El Fruto Prohibido” e fica na rua Carmen Alto n° 274 no bairro San Blas em Cusco no Peru.
Tags: Cusco, Fernando, Gente Valente, Peru, Pisco Sour, Receita Pisco Sour, Valente Faça o primeiro comentário
Caseiras | 10 de novembro de 2011 por Juliana
![PIT_158_Valente_convite-39 caseiras [6]](http://agenciavalente.com.br/media/uploads/PIT_158_Valente_convite-39-207x333.jpg)
É hoje nosso sexto aniversário e estamos felizes por isso. Assim como qualquer aniversariante, a Valente comemora hoje por diversos motivos:
Pelos negócios que foram gerados até hoje;
Pela Gente Valente e Criativa que aqui trabalha ou já trabalhou;
Pelos valores que conseguimos manter;
Pelos novos valores que agregamos com o tempo;
Pelo aprendizado sobre negócios que cada novo ano trouxe;
Pelo nosso crescimento e desenvolvimento;
Por essa lista que é infinita e que com certeza vai crescer.
Hoje começamos a marcar “x” nos dias do sétimo ano de Valente. E este sétimo ano começa com três novos clientes na casa e pessoas novas até o fim do ano. Agradecemos a todos pela confiança, amizade, comprometimento e outras coisas bonitas que já nos deram de presente durante estes 6 anos.
Tags: 6 anos, aniversário, comunicação, criatividade, Gente Valente, negócios, propaganda Faça o primeiro comentário
Gente Valente | 29 de setembro de 2011 por Lidianne
E vamos a segunda edição de nossa coluna. A entrevistada da vez é jornalista, canta e é minha irmã. Parece até preguiça de entrevistar gente de fora, mas não é. Gente Valente entrevista hoje Ana Hupfer porque ela merece! (beijo mana!)
Valente – Qual a sua profissão?
Ana – Sou formada em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, mas atuo como produtora cultural.
Valente – Qual a sua idade?
Ana – 25
Valente – Quando você era criança brincava com o que?
Ana – Subia em árvore, brincava na lama… Nenhum amigo imaginário, mas muitos bichinhos de estimação.
Valente – Que sonho ainda falta conquistar na sua vida profissional?
Ana – Todos! Só estou no começo da minha caminhada.
Valente – Qual sua maior realização até hoje na vida pessoal?
Ana – Difícil limitar o que a gente constrói em uma só resposta, né? Ainda mais quando estamos no começo, evoluindo. Mas com certeza nessa lista estão minha formação acadêmica na UFPR e a coordenação executiva do Festival de Curitiba em 2011.
Valente – Uma coisa que comprou e não valeu a pena pra você.
Ana – Nunca comprei, mas já vi que não vale a pena para muita gente: carro. Leva muito dinheiro do bolso.
Valente – Uma coisa que comprou e você indica para as pessoas.
Ana – Se você for mulher, Polainas. Além dos anos 80, Curitiba é um bom lugar para tê-las.
Valente – Um lugar pra passear.
Ana – Ilha do Cardoso.
Valente – Uma marca confiável e que te respeita como consumidora.
Ana – Sou mais uma, entre os vários fãs da Apple.
Valente – Uma loja ou comércio que tem um profissional que você recomendaria.
Ana – Isaac Westwood, o hair stylist que entende de cachos. O único que acerta sempre, até quando erra.
Valente – Uma coisa que deveria ser mais fácil no mundo.
Ana – Relações pessoais. É pedir muito? rsrs
Valente – Uma dica para quem está iniciando na sua profissão.
Ana – Na Comunicação Social, tendo como base a minha experiência, acredito que é preciso abrir a cabeça e explorar todas as opções de atuação. É preciso ser versátil para encontrar um espaço no mercado e se destacar.
Valente – Diversão da Ana
Ana – Colecionar discos de vinil, fazer e ver cinema, tocar meu violão e cantar (essa última, particularmente, o tempo todo e em qualquer lugar).
Valente – Fato inusitado dos últimos tempos
Ana – Em minhas férias recentes, a saudade da terrinha brasileira começou a apertar. No último dia de viagem, me deparei com uma banda francesa tocando “Garota de Ipanema” em uma das muitas escadarias de Montmartre (bairro famoso de Paris). Um óbvio sorriso invadiu o meu rosto. Só me restou sentar e descansar da caminhada cantarolando junto com eles.
Tags: Ana, Gente Valente, Irmã 1 comentário
Gente Valente | 19 de agosto de 2011 por Lidianne
Gente Valente tem como princípio existencial entrevistar pessoas interessantes. Leia-se interessante como pessoas que despertaram nossa curiosidade, respeito e vontade de homenageá-las. O primeiro a figurar na nova categoria do nosso site trabalha 12 andares abaixo da Valente. Simpático como só, Edson se sentiu honrado em abrir o coração e responder algumas perguntas para que testássemos essa ideia do Gente Valente. Edson tem 31 anos e é porteiro do Edifício Champagnat Business Center há quase cinco anos e além do seu turno, cobre uma escala de finais de semana feita pela administradora do condomínio. Então vamos a ele, Edson.
Valente – Data em que veio ao mundo.
Edson – Nasci em 15/10/1979, tenho 31 anos.
Valente – Uma brincadeira de infância.
Edson – Construir, dirigir e desgovernar um carrinho de rolimã.
Valente – Sua profissão.
Edson – Porteiro.
Valente – Sua maior realização pessoal até hoje.
Edson – Há 5 anos chegou a Bianca, minha filha. Essa é a melhor coisa que já fiz.
Valente – Uma coisa que você comprou e não valeu a pena para você.
Edson – Um carro. Só tive prejuízo.
Valente – Uma coisa que comprou e que você indica para as pessoas.
Edson – Uma casa. O melhor lugar do mundo é lá!
Valente – Um lugar para passear.
Edson – Praia. Eu gostei muito de Bombinhas.
Valente – Uma marca confiável.
Edson – Eletrolux. Tem 20 anos a máquina de lavar e não parou ainda.
Valente – Uma loja ou serviço que você recomendaria.
Edson – Recomendo o Ceará. Corta meu cabelo sem erro há 7 anos já. Ele trabalha no Salão Tropical, perto de casa. Eu passo o telefone depois.
Valente – Uma coisa que deveria ser mais fácil no mundo.
Edson – Ganhar dinheiro. Deveria ser mais igual, ou dinheiro deveria nascer em árvore.
Valente – Uma dica para quem está iniciando na sua profissão.
Edson – Ser porteiro é ter paciência, aprender a lidar com as pessoas. Quando eu comecei eu era mais nervoso, mas hoje aprendi já.
Valente – Diversão do Edson.
Edson – Aproveitar as folgas com a minha filha e jogar bola. Ontem mesmo eu tava cortando pau no mato pra fazer uma balança pra ela.
Valente – Fato inusitado na portaria.
Edson – A portaria é calma. Teve uma vez só que um rapaz veio trazer flores pra namorada e não foi muito normal. Ela desceu pra receber e ao invés de palavras de amor, recebeu dele muitos xingamentos. Ele disse tanto nome feio que pedi que ele se retirasse do prédio.
Agradecemos o simpático Edson pela entrevista e aguardamos sugestões de outros Valentes para figurarem aqui.
Tags: Bombinhas, Edifício Champagnat Business Center, Edson, Eletrolux, Entrevista, Gente Valente, Portaria, Salão Tropical 1 comentário
Dica da Boa! | 10 de maio de 2011 por Lidianne
Escolha, chamamento, inclinação. É assim que as pessoas definem a palavra vocação. E apesar de acreditar que esta garota tem talento e um belo trabalho em direção de arte aqui na agência, devo admitir que o brilho no olho da Thaís aparece mesmo quando o assunto é soltar a voz.
Ela se dedica a música tem um tempão. Eu mesma a escuto cantar desde a primeira banda dela. Eles tocavam ali na frente da PUC no antigo Usina. Desde lá, o assunto preferido da pauta dela é a música. Ela transita entre samba, jazz, música caipira e rock’n roll (o preferido), mas quando quiser ouvi-la cantar, sugiro, egoisticamente, minhas preferências: Janis com Me and Bobby Maccgee, Billie Holliday com Summer Time, Beatles ou ainda uma da Norah Jones, tipo Sunrise.
Hoje a Thá vive minha versão preferida: uma banda de dois (ela e o Júlio), onde voz e violão se completam e surpreendem quem nunca tinha visto os dois trabalhando sentados numa apresentação.
Sadie&Joe tem um repertório recheado de achados e se apresenta, como a própria Thá diz, onde chamarem. Eu conferi no Belleville na última semana e recomendo.
Quer conferir?
Sadie & Joe . Sexta, 13/05 às 20h no BelleVille Bar. Rua João Guariza 632 - São Lourenço.
Tags: Bluezzy Songs, Curitiba, Música, Sadie&Joe, Vocação 1 comentário
Experimentando por aí! | 29 de abril de 2011 por Juliana
Minha vida é cheia de gente. E essa gente toda vem acompanhada de almoços, festas, viagens, idas ao teatro e cafés. Dentro desse cronograma frenético um dos dias estava riscado com “Sampa – visita cliente”. E me fui de mochila e pasta da agência até lá. Tive de enfrentar o ônibus, a vigem tinha sido decidida em cima da hora. Trágico? Até que não.
Minha agenda estava “bloqueada” com esta viagem que na verdade proporcionou alguns luxos, por assim dizer. O primeiro deles foi dormir um pouco mais das usuais cinco horas e meia.
No ritmo academia-trabalho-happy-hour o relógio pouco se dedica ao sono. É claro que nada se compara a cama da gente, mas em uma viagem noturna com bancos grandes e duplos só pra mim, nada melhor do que tirar este atraso.
Depois de uma ótima reunião e um literal “rolê” por São Paulo, passo na frente do MASP. Ele me desperta a curiosidade de sempre, até teria um tempo, mas precisava voltar pra casa, o dia já tinha sido atarefado e fazia aquele calor. Eu não precisava responder àquela necessidade urgente de estar sempre fazendo algo, geralmente de status cultural. Poderia simplesmente escolher ir embora, sem qualquer culpa de não aproveitar São Paulo ao máximo. E foi o que eu fiz.
Peguei o ônibus de volta a Curitiba no meio da tarde. Divaguei sobre os pontos da reunião, outras questões do trabalho, respondi alguns emails. Li a edição inteira da Vida Simples de março que já se acumulava com a de abril, aliás com um texto bacana da Jeanne Calegari sobre nosso Confuso Horário. Tirei um cochilo, passou um daqueles filmes de sessão da tarde na mini-tv do ônibus, comi dessas porcarias das paradas de estrada, escrevi algumas coisas. E quando vi logo cheguei em casa, sensação de dever cumprido. Às vezes é bom ter um tempo para estar apenas com si só.
Tags: Agência Valente, cliente, Curitiba, Masp, São Paulo, tempo, viagem, vida simples 3 Comentários
Escuta só isso | 18 de abril de 2011 por Juliana
Eu me rasgo pelo Lobão já faz um bom tempo. Em complemento a isso um querido amigo me presenteou com a biografia do baterista-poeta com o intuito de que eu descobrisse se de fato era mais louca que o cara.
Passeando por sua vida naquelas páginas, ousei dizer que compartilhamos algumas loucuras, como aquela pelo amor, ou sua dor. Ou a outra pelos comparsas, brothers, amigos de fé e também pelos avós fortes e meigos. Outra loucura é pela boemia, a dele muito mais exacerbada que a minha logicamente. Por último, mas não menos importante, pelas palavras.
As músicas dele sempre ilustraram muitos momentos pra mim, mas geralmente tem aquela coisa: você se apaixona pela música, a toma como sua, um mantra e depois descobre que quem a compôs fez em homenagem ao papagaio, ao vizinho, sei lá quem. O compositor tem todo o direito, claro, mas pô quebra meu encanto com a escolhida!
Mas com o Lobão, não. Tamanha foi minha alegria em descobrir que suas músicas, as minhas músicas, tinham sido escritas em situações que muito se assemelham para aquilo que eu as dediquei em meu repertório. Perfeito: Lobão e eu numa sintonia antes não imaginada.
Em suas composições ele coloca pra fora mesmo, não tem medo algum de expor culpa, mágoa, paixão, doideira. Ele é mais ele. E é nesse exato momento que constato que nunca serei mais louca que o Lobão. A mim me falta a coragem de verbalizar e compartilhar o que de fato sinto e penso. Por isso, agradeço a ele e a tantos mais que ajudam meros mortais como eu a colocar ordem no caos das emoções.
Tags: Biografia, Leitura, Lobão, Música 4 Comentários
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